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1º FESTIVAL DE VIOLA FAVORITA FM

Regulamento [tire aqui suas dúvidas]

 

Da Organização

 

O 1º Festival da Viola Favorita FM será promovido e realizado pela Rádio Favorita e pela Fundação Cultural de Ituiutaba.

 

            Objetivos

 

  • Divulgar e projetar a cidade como pólo cultural – artístico, realizando um festival que resgate a qualidade musical, divulgando, reconhecendo e incentivando a música sertaneja raiz.

 

  • Desenvolver nos participantes a autoconfiança e socialização, revelando valores na área da música, divulgando sua arte, melhorando suas técnicas e proporcionando a troca de experiências.

Leia o restante… »

Projeto Educar chega para os alunos de 4º e 5º anos, da Escola Estadual Rotary do Bairro Ipiranga

A Fundação Cultural, em nome da Prefeitura Municipal de Ituiutaba, contando ainda com as parcerias das Escolas: Escola Municipal CIME Tancredo de Paula Almeida e Escola Estadual Rotary, está neste ano de 2015, desenvolvendo o projeto de Educação Patrimonial – EDUCAR, atendendo alunos de 4º e 5/º anos que irão desenvolver uma série de atividades em torno de três bens patrimoniais desta cidade que serão escolhidos pelos estudantes das duas escolas. São eles: MUSAI, Praça Cônego Ângelo e Parque do Goiabal.

 

O projeto envolve atividades de pesquisa, entrevista, visita aos bens patrimoniais e se encerra com a realização de uma Feira de Cultura onde são apresentadas as atividades realizadas e fotos de todo o processo à comunidade.

 

Na tarde desta última quarta-feira, 27, o projeto foi levado aos alunos de 4º e 5º anos, da Escola Estadual Rotary, que receberam palestra proferida pelo historiador da Fundação Cultural, Luciano Barbosa, sobre a importância de se preservar o Patrimônio Cultural existente em cada município. Os bens culturais podem ser: Bens Materiais; Bens Materiais Tangíveis e Bens Imateriais Intangíveis; Bens Naturais.

Luciano  faz palestra para alunos do 4º A, sobre Patrimônio Cultural

As crianças das duas escolas escolhidas tem demonstrado muito interesse em torno do Projeto Educar – 2015, devido esses alunos terem acompanhado a distância, através da imprensa local, o projeto realizado em 2014, quando participaram dele estudantes de outras escolas existentes no município. Para o professor Luciano, isso é muito bom, pois através da aplicação do projeto nas escolas do município, está se criando uma maior conscientização sobre o que é patrimônio e qual a real importância de sua preservação.

 

Após as palestras realizadas para os alunos, de 4º e 5º anos, foi servido um gostoso lanche feito com muito bom gosto e carinho, pelas responsáveis por esse setor na escola, Renata Alves e Edilamar Procópio, para a garotada daquela escola.

 

Esta ação desenvolvida pela Fundação Cultural desta cidade faz parte do desenvolvimento das políticas de proteção do Patrimônio Histórico e Cultural do Município.

 

Saiba mais sobre Ituiutaba, acesse: www.portalituiutaba.com.br
(Ituiutaba, 28 de maio de 2015)

Fundação Cultural de Ituiutaba inicia processo para montar Projeto do ICMS Cultural 2015/2016

A Fundação Cultural, através da empresa de consultoria Pró-Arte Consultoria e Eventos está iniciando o processo para montar projeto do ICMS Cultural desta cidade, para 2015/2016, com o objetivo de aumentar e buscar recursos junto ao IEPHA – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, para serem investidos em cultura neste município.
Como esse é um processo dinâmico e tem que ser feito todo ano, a Fundação, através da Pró-Arte registrou no dia 17/05/2015, na Praça 13 de Maio, o evento que comemorou a 28ª edição da Festa em homenagem a São Benedito e a Nossa Senhora do Rosário, que reuniu líderes e ternos de congada, Moçambique, marujos, catupés e marinheiros de Ituiutaba e região. Naquela oportunidade foi feito um amplo documentário sobre o evento, formado por fotos, entrevistas e filmagem de todos os ternos e participantes de Ituiutaba e das cidades circunvizinhas.
De conformidade com a lei que instituiu o ICMS Cultural em Minas Gerais, a Lei Robin Hood, a Congada é uma dança religiosa, que tem seu registro no município de Ituiutaba, e com esse levantamento que agora está sendo feito Pela Fundação Cultural de Ituiutaba e, que tem a participação importante da FUMZUPI – Fundação Zumbi dos Palmares de Ituiutaba, busca-se, o seu registro a nível estadual, o que irá aumentar o valor do ICMS Cultural, com relação a esse item, para a cidade investir em cultura.
Outro projeto que já está sendo desenvolvido e o Projeto Educar 2015 – Projeto de Educação Patrimonial, que tem o objetivo de levar informações às escolas, ao aluno, para que possa entender o que é Patrimônio Cultural e a importância de conservá-lo.
Cultura é o conjunto de atividades e modos da agir, costumes e conhecimentos de um povo, meio pelo qual o homem se adapta às condições de existência, transformando a realidade. É um processo em permanente evolução diverso e rico. É o desenvolvimento de um grupo social, uma nação, uma comunidade, fruto do esforço coletivo pelo aprimoramento de valores espirituais e materiais. Consequentemente Patrimônio Cultural é a soma dos bens culturais. É um conjunto de bens culturais portadores de valores que podem ser deixados às gerações futuras.
Sobre esse rico tema o professor e historiador, Luciano Barbosa da Silva, assessor técnico da Fundação Cultural de Ituiutaba ministrou palestra, na manhã desta terça-feira, 26, para alunos dos 4º e 5º anos, da Escola Municipal Cime Tancredo de Paula Almeida, situado no Bairro Gardênia desta cidade.

 
Saiba mais obre Ituiutaba, acesse: www.portalituiutaba.com.br
(Ituiutaba, 26 de maio de 2015)

Aprenda a arte de representar na oficina de teatro da Fundação Cultural de Ituiutaba

A Fundação Cultural está comunicando às pessoas interessadas de ambos os sexos que abriu inscrição para ensinar em seu Espaço Cultural Benedito Santana, a mais popular expressão cultural desse país, “teatro”. Através de sua oficina de teatro no Espaço Cultural Benedito Santana, para ensinar aqueles que querem aprender essa arte de representar. A referida oficina está sendo ministrada pela Cia. Mimo de Teatro, fundada em 2012, em Araxá/MG.
Interessados em aprender teatro devem fazer sua inscrição, de segunda a sexta, no Espaço Cultural, na Rua 24, com 19 e 21, nº 1342, podendo ser feitas das 8h às 11h e das 13h às 19h, de segunda a sexta. (034) 3261-4113 e 3261-3035.
A oficina será ministrada pela professora de teatro Cynthia Mota Borges, formada pelo Centro de Cursos teatrais em Araxá, com capacitação para lecionar cursos livres de Teatro, capacitada também pelos atores globais, Oscar Magrini, Ingra Liberato, Rosamaria Murtinho, Murilo Rosa, entre outros. Oficina as quintas-feiras feira, às 18:00 (para todas as idades, de 5 aos 80 anos de idade)
Segundo a professora Cynthia: aprender teatro é bom para: desinibir, melhorar a expressão vocal e corporal, aumentar a consciência do corpo (mente) e a melhor aceitação de criticas.
“Popularizar o teatro, não é nada fácil e nem tão pouco levar um espetáculo teatral a qualquer lugar. A iniciativa da Fundação de levar até aos interessados, o universo do teatro, mesmo que alguns não se dêem contam da grande oportunidade que estão tendo, é importante para nós. Não importa se no começo alguns encaram apenas como uma grande brincadeira, se o figurino é improvisado, se a peça é encenada no salão, se alguns sentem vergonha e outros apenas querem rir dos colegas, o que importa mesmo é a iniciativa de levar o teatro até as pessoas, pois nesse primeiro contato é que vai fazer o teatro se propagar”, disse o presidente da Fundação, Roberto Rangel.
Disse ainda: “não podemos desestimular as poucas iniciativas, como a Cia. Mimo de Teatro que acredita que o Teatro pode ser, além de uma ótima ferramenta de apoio pedagógico, mas, sobretudo, uma forma de manter os estudantes ocupados com outras coisas e isso hoje tem um peso muito grande, pois como diz o ditado – cabeça vazia, oficina do diabo”, finalizou.
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(Ituiutaba, 26 de maio de 2015)

Loja Maçônica “Salim Bittar” – Dia das Mães Muito Festivo

Um final de Semana com grandes Comemorações e destaques, sob a presidência de Énisson e a esposa Aparecida. Realmente Homenagem às Mães de forma redundante e retumbante, a começar pela decoração em alto estilo, e Bufe primoroso. Mesa de entrada farta com grande variedade de deliciosos quitutes, jantar requintado, sob os cuidados da mestra Marivone, que mostrou sua arte de agradar os mais exigentes paladares. O ambiente realmente acolhedor, ao som inclusive de violino, que de mesa em mesa encantou os presentes, com belíssima apresentação. Mimos distribuídos às Mães, pelos esposos, sob a forma de delicados e lindos vasos de flores, nas várias tonalidades, agraciados às presentes, num clima de muito afeto, abraços, beijos, numa demonstração de expressivo carinho. José Moreira repassou aos presentes lindo poema, frisando a importância das Mães, e a relação ou paralelo com a integração, daqueles que optaram por uma fraternidade social, educativa e muito humana. Os casais puderam demonstrar suas habilidades e muita arte no salão, como dançarinos, enfrentando os ritmos mais variados; realmente deram seu show. Essas confraternizações em que todos partilham dos mesmos objetivos, abertos para os aconchegos familiares e amistosos, surtem efeitos salutares e memoráveis. Mais uma vez a “Salim Bittar”deixa marcas de um trabalho louvável em prol da união de todos, e o destaque permanente às famílias, de forma sempre discreta. Nossos cumprimentos e agradecimentos aos integrantes da entidade, em especial ao seu venerável Énisson e esposa Aparecida, pela postura, gentileza e desempenho ímpar diante de todos. Ouso dizer, que o faço em nome de todas as homenageadas, uma vez que a satisfação foi uníssona e pelo fato de ser comunicadora não se pode deixar passar em branco, fatos relevantes… Parabéns !!!

 
Adelaide Pajuaba Nehme – Acadêmica da ALAMI
CP – HD – FCI/ALAMI – maio/2015

Solidão: Ser ou estar só?

Pode parecer, mas não é a mesma coisa, ser é uma situação permanente, consequentemente ser sozinho traz a ideia de abandono, de desprezo, terreno fértil para a manifestação da solidão. E nesse estado a solidão pode ser maléfica. Enquanto que o estar é transitório. Hoje estou triste, amanhã posso estar alegre, feliz. Portanto estar só, é uma situação controlável. É uma questão de escolha. Está sob meu controle. Nesse caso a solidão pode ser benéfica, depende de como lido com ela. No mundo moderno em que vivemos hoje, mais do que nunca se faz necessário os “momentos a sós”, os “encontros consigo mesmo”, mas são tantas as informações que devemos decodificar que estar permanentemente na presença de alguém torna essa tarefa impossível. O cérebro, se torna um almoxarifado de cacos de vida e o ar rançoso, que exala, causa angústia e depressão, que acaba por nos conduzir ao divã do terapeuta.

 

Talvez essa prática fosse dispensada, se, como antigamente, tivéssemos mais tempo para nós mesmos. É preciso termos tempo para “ouvir” nossos pensamentos, entrar em contato com nossos conflitos e passar a conhecer nossos limites. Nesse momento entramos num estado de atenção relaxada e aprendemos a estar presentes na vida, sem resistências às circunstâncias, até porque não temos controle sobre elas. Andando pelas ruas nossos ouvidos captam todo tipo de ruídos, muitos, estranhos à nossa audição. E esse barulho exterior induz nosso interior a ficar em alerta constante. Tem sido comum, se observarmos os transeuntes nas ruas, percebermos pessoas, sozinhas, balbuciando palavras e até mesmo ensaiando algum gesto. É a conversa interior que não para. É o reflexo do mundo exterior que não nos permite a paz interna. Somos vítimas das cobranças, exigências, compromissos, obrigações sociais que não nos deixa espaço para o silêncio da nossa alma. Silêncio esse que é o caminho mais curto para a paz e a reflexão, fatores decisivos para que tenhamos o controle e a lógica em nossas ações e decisões no mundo exterior.

 

Hoje, fazer análise está se tornando banal, e os psicotrópicos, antidepressivos e calmantes lideram o mercado de medicamentos. É a busca desenfreada da humanidade pelo equilíbrio em seu comportamento, pelo silêncio interior, pelos momentos de solidão. A verdade é que, embora não percebamos, em virtude do barulho e agitação à nossa volta, o nosso organismo nos envia constantemente sinais que precisam ser levados a sério e analisados. Sinais físicos, emocionais e espirituais que se bem entendidos podem nos ajudar muito em nosso comportamento. Mas para ouvi-los é necessário que nossa alma esteja em repouso. É necessário que nos desliguemos do mundo exterior e treinemos nossa mente para a quietude.
Nascemos do silêncio absoluto, é preciso cultivá-lo, para estarmos preparados quando o encontrarmos novamente.

José Moreira Filho moreira@baciotti.com

CP: HD – FCI/ALAMI – maio/2015

“Os Aforismos do Ciberpajé Edgar Franco” (67)

O Lobo Guará agoniza no cerrado, cercado de canaviais, de plantações
de soja transgênica, de cidades e lixões. Os oligopólios globais,
comprometidos apenas com o lucro, dizem que não há aquecimento global,
que os “ecochatos” querem atravancar o crescimento econômico dos
países. Enquanto isso eu caminho pelas matas de minha infância e só
vejo degradação, a minha “pequena realidade” foi invadida por
quilômetros e quilômetros de canaviais e pela soja pesticida, onde ela
é plantada nada mais cresce. Monoculturas sacramentadas no dito século
XXI. Vejo nas cidades micos, araras, tucanos, papagaios, abelhas, eles
já não têm mais para onde fugir. Sinto uma tristeza abissal pelo fim
iminente de nossa prepotente espécie, mas uma alegria cósmica pela
certeza da perpetuação da vida em Gaia. (Ciberpajé)
*
É fácil amar os mortos, eles não retrucam, não respondem, são
incapazes de contrariar alguém. Por isso com a morte muitas pessoas
parecem tornar-se perfeitas, dignas de inúmeras homenagens, de
mensagens afetuosas de amor e ternura, de lágrimas inumeráveis.
Difícil é amar os vivos em toda sua complexidade, sua constante e
inevitável mutação. Mas o amor aos mortos é uma farsa, um jogo de cena
do ego. Dispenso qualquer homenagem, qualquer lágrima, qualquer
demonstração de afeto mínima que seja quando um dia eu partir desse
plano. Sou um amante da vida e todo o afeto verdadeiro deve ser
experienciado em VIDA. Ocupo-me da vida e dos vivos. Quando eu partir
a maior de todas as homenagens que poderei receber é o completo e
total esquecimento. (Ciberpajé)
*
Não espero nada da humanidade, não deposito expectativas em ninguém,
não culpo ninguém por qualquer um de meus infortunios ou dores. Não
elejo inimigos, não odeio, não sinto rancor. Sou o único e completo
culpado por todos os meus problemas, males e sofrimentos, tudo está em
mim, eu estou em tudo. E como único culpado por minhas mazelas eu me
perdôo completamente, totalmente, incondicionalmente, perdoo-me
carinhosamente sem ressalvas, perdôo minhas imperfeições, defeitos.
Perdôo tudo que merece e deve ser perdoado em mim e sou livre e
selvagem para amar-me loucamente, amar-me intensamente, amar o Cosmos
infinito que sou! (Ciberpajé)
*
Jamais espere gratidão ou reconhecimento por qualquer de suas ações.
Ao doar-se, doe-se por inteiro, se amar, ame intensamente, mas não
espere respostas iguais ou tudo será apenas mais um jogo de cena de
seu ego desejando ser adulado e querido. (Ciberpajé)
*
Algumas pessoas deixam de existir para as outras quando morrem
fisicamente, mas certas pessoas nefastas devem morrer energeticamente
para nós muito antes disso. Devem ser assassinadas em nosso coração, e
esse assassinato não envolve ódio, rancor ou dor, deve ser um ato de
libertação, desejando felicidade e harmonia ao morto. A melhor ação
final é cremar o defunto para que não exista a possibilidade de termos
que lidar com um zumbi. (Ciberpajé)
*

Edgar Franco é Ciberpajé, artista transmídia, pós-doutor em artes pela
UnB, doutor em artes pela USP, mestre em multimeios pela Unicamp e
professor do Programa de Doutorado em Arte e Cultura Visual da UFG.
Acadêmico da ALAMI, possui obras premiadas nas áreas de arte e
tecnologia, performance e histórias em quadrinhos.

CP: HD – FCI?ALAMI – maio/2015

Livro do ex-deputado Luiz Alberto Franco Junqueira será lançado brevemente em Ituiutaba

Livro: “Família Franco e aliadas”

 
A Fundação Cultural de Ituiutaba e a ALAMI – Academia de Letras, Arte e Musica de Ituiutaba irão lançar brevemente, o livro de autoria do ex-deputado, advogado, historiador, genealogista, ex-proprietário da Rádio Platina AM de Ituiutaba e um dos grandes benfeitores desta cidade, Dr. Luiz Alberto Franco Junqueira, o livro “Família Franco e Aliadas: formação da sociedade rural e urbana no Brasil central.
Segundo comentário de uma das filhas do autor, Márcia Junqueira – trata-se de uma obra de fôlego, pois o leitor estará diante de quase duas mil páginas, as quais foram escritas ao longo de quinze anos, depois de trinta anos de pesquisa feita por seu pai, que incluíram viagens, entrevistas, idas e vindas a arquivos públicos e privados, compilações, coletas de documentos oficiais, correções e diversos esclarecimentos sobre a história de famílias.
Ela prossegue – Devido ao extenso trabalho, a obra foi dividida em dois volumes: no livro 1, cujo subtítulo é “A antropologia, a geografia, a história (o homem, o meio, o tempo)”, estaremos diante de uma singular seleção de textos postos em capítulos, um mosaico de impressões, lembranças, teorias, críticas, crônicas jocosas e listas genealógicas. Dentre esses textos, Junqueira, argumenta, nos faz confrontar ora com um olhar antropológico em que ele discorre sobre os primeiros agrupamentos de pessoas, os regimes matrimonias (poliandria, poligamia, monogamia), as organizações matriarcais e patriarcais e as diferentes teorias sobre o sistema de parentesco (Lévi-Strauss, Fischer, Sir John Lubbock), ora com um olhar de um estudioso do vernáculo, decompondo palavras, indo a fundo em suas origens linguísticas e até mesmo geográficas (tais como: casamento, matrimônio, patrimônio, residência, sesmaria, ilhoa, etc.).
E isso não é tudo, acrescenta – Surpreendentemente, a cada desdobramento de seu texto, verificaremos um entrecruzamento de outras disciplinas, como a história, a geografia, a sociologia, cada uma se sobrepondo à outra, e o resultado desse trabalho espesso e denso mostra como foram construídos os primeiros povoados, as primeiras edificações, as primeiras fazendas, as primeiras mazelas sociais, culturais e raciais, enfim, tudo aquilo que dá noção de como é feita uma cidade, um estado, uma nação.
Márcia aborda também tópicos do livro 2, que recebe o subtítulo de “Memória dos esquecidos”. Luiz Junqueira opta, num primeiro momento, discorrer sobre a história de sua cidade natal – Ituiutaba -, as primeiras famílias que se instalaram por aqui, a fundação dos colégios e do time de futebol (Boa Esporte Clube), as correntes emigratórias, dentre outros assuntos sobre o desenvolvimento local. Na sequência, estaremos diante de um estudo genealógico primoroso da família Franco e de outras famílias aliadas.
Sobre a importância desse extenso trabalho de Luiz Junqueira, no prefácio do livro, Walter Antônio Marques Lellis e Sônia Regina de Freitas Lellis ressaltam que esse estudo poderá, certamente, auxiliar na pesquisa histórica regional e nacional, uma vez que nele se abrange a “ocupação humana do sertão do Rio Pardo, a partir da migração mineira do século XIX, e o povoamento do Triângulo, especialmente das cidades de Ituiutaba, Frutal, Campina Verde, Prata, Uberaba e outras, que se deu pela reemigração dos descendentes mineiros, então novamente paulistas, que partiram de Franca e região com destino àquelas paragens, expandindo-se até Goiás e Mato Grosso, fundando povoações, colaborando com a integração nacional”(Luiz Junqueira), p 11).

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Aos interessados em saber sobre suas origens (datas, fatos históricos, causos e característica pessoais de muitos antepassados), a obra, além dos francos, abrange os Gomes Pinheiros, Paulo Silva, Barcelos Ferreira, Machado Diniz (Assunção), Vieira Velho, Ferreira de Menezes, Junqueira, Vilela, Borges e Gouveia, Garcia Leal, Freitas Silveira, Barbosa Sandoval, Gonçalves Cintra, Antunes Cintra, Alves Teixeira, Rodrigues da Costa.
Walter e Sônia fazem questão de ressaltar que muitas linhagens, cujas origens ainda estavam obscuras, serão aqui esclarecidas: “os descendentes, como nós, de grandes troncos que se estabeleceram na região (acima indicada), desde os primórdios do século XIX, poderão elaborar sua genealogia chegando até a décima geração ascendente” (Luiz Junqueira, p. 11).
No mais, a obra em questão tem um tom memorialístico e relata com extrema precisão e cautela o surgimento da cidade natal do autor – Ituiutaba -, envolvendo as principais famílias que aqui se instalaram e cujos descendentes dão curso à história do país.
Luiz Alberto Franco Junqueira foi deputado estadual por quatro mandatos, representando Ituiutaba e região, segunda se sabe, foi um dos autores do primeiro trabalhos para implantação da Universidade Estadual de Minas Gerais nesta cidade; autor do projeto de construção e implantação da Escola Estadual Cel. Tonico Franco; Escola Estadual Padre João Avi (Manoel Alves Vilela); autor da lei de criação e implantação do Conservatório Estadual de Música desta cidade; desenvolveu trabalho para pavimentação da Rodovia MGT-157 Ituiutaba/Capinópolis/Cachoeira Dourada, dentre outros, na Assembleia Legislativa de Minas, quando foi deputado. Juntamente com seu genitor, Sr. Alcides Gomes Junqueira criou nesta cidade o Bairro Alcides Junqueira, Jardim do Rosário, Gardênia. Proprietário juntamente com seu pai, por mais de quarenta anos, de uma das mais antigas e importantes emissoras de rádio, que se tem notícia nesse país, a Rádio Platina AM, pelo papel social que exerceu na área da radiofonia, sendo o instrumento de comunicação de toda esta região do Brasil central.
No próximo dia 19/06/2015, completa um ano do passamento do Dr. Luiz Junqueira. O ano passado na véspera desta data, quando seria lançado o seu livro, ocorreu esse infausto acontecimento, enlutando toda a sua família e a sua cidade natal.

Estudantes de Escolas Estaduais fazem visitas guiadas ao MUSAI, na Semana Nacional do Museu

Alunos da Escola João Pinheiro de 8º e 9º anos vistam o MUSAI na Semana Nacional do MuseuEm comemoração a Semana Nacional do Museu, que vai até o dia 24 deste mês, alunos da Escola Estadual João Pinheiro de 8º e 9º ano e da Escola Estadual Fernando Alexandre de 1º ao 5º ano, acompanhados de seus professores visitaram o MUSAI, no período da manhã e da tarde, desta quarta-feira, 20, para um aprendizado em torno da importância do museu para a cultura local.
Nesta semana do museu, o MUSAI está com uma exposição de fotos desta cidade, de ontem e de hoje, mostrando o desenvolvimento urbanístico e cultural, através dos tempos. Uma exposição que registra também, as mudanças ocorridas nas edificações dos imóveis na cidade, nos últimos 30 anos.
Além, desta exposição de fotos, o MUSAI está mostrando aos estudantes, professores e população em geral, o significado de cada objeto e artefato, lá exposto e sua importância histórica dentro processo de preservação de seu Patrimônio Cultural.Etudantes e professores da Escola Estdual Feranando alexandre fazem visita guiada ao museu

Estas visitas guiadas vão prosseguir até o dia 23, quando acontecerá o encerramento no MUSAI, das comemorações da Semana Nacional do Museu, comemorada este ano de 18 a 24/05/2015.
Nesta quinta-feira, no período da manhã, outras turmas de alunos da Escola Estadual João Pinheiro de 6º e 7º anos visitaram o MUSAI para dar prosseguimento às visitas guiadas que prosseguem naquele espaço cultural.
Para o coordenador do MUSAI, historiador Luciano Barbosa é muito importante estas visitas guiadas, pois elas servem de aprendizado para os alunos das escolas e para todos que visitam a instituição nesse período, principalmente porque, aprendem sobre a importância de ajudar a preservar o nosso Patrimônio Histórico e Cultural, tão importante para o futuro das próximas gerações.
A Semana Nacional do Museu prossegue no MUSAI até o próximo dia 23/05/2015, data de encerramento desta comemoração nesta cidade. Todos estão convidados, a visitar e participar desta comemoração.
Saiba mais sobre Ituiutaba, acesse: www.portalituiutaba.com.br
(Ituiutaba, 20 de maio de 2015)

Talento da Fundação Cultural – Alexandre Viola abrilhantou ação de cidadania no Bairro

O já consagrado cantor ituiutabano, Alexandre Viola foi à grande atração da música sertaneja, na ação de cidadania realizada no último final de semana em Ituiutaba, no Bairro Natal.
Convidado pela Fundação Cultural, o cantor muito altruísta se prontificou graciosamente a se apresentar e enriquecer culturalmente o evento, com um grande show, marca registrada onde ele se apresenta. Alexandre Bizinotto é seu nome de batismo, mas na vida artística é conhecido como Alexandre Viola.
Ele iniciou a carreira artística há mais de vinte anos como músico, integrando o conjunto musical da dupla sertaneja, Geraldo Viola e Dino Guedes, mais tarde, com a separação da dupla ele iniciava profissionalmente a carreira de cantor, formando dupla com Geraldo Viola, nessa época era conhecido pelo nome de batismo. A exemplo de outros artistas famosos, da musica sertaneja, Alexandre desfez a parceria com Geraldo Viola e formou dupla com Joãozinho do Brasil, porém, essa parceria durou pouco, porque Alexandre foi convidado a ser professor de música no Conservatório Estadual de Musica de Ituiutaba Dr. José Zócolli de Andrade , onde teve inicialmente dedicar todo o seu tempo. Mas ele não parou de cantar, continuava a se apresentar em festas, paralelo, a sua atividade, como professor de musica.
Numa dessas apresentações conheceu outro grande interprete da musica sertaneja, Pantanal, natural do Estado de São Paulo, com quem viria mais tarde formar dupla, passando a denominar-se Alexandre Viola e Pantanal, requisitados a se apresentar nos grandes eventos realizados nesta região do Triângulo Mineiro, Goiás, São Paulo e Matogrosso.

 

Alexandre Viola ao Fundo, sendo acompanhado pelo violonista Marcos Vinícius, na ação de cidadania da Vila Natal
Alexandre Viola recentemente lançou um CD, em solo de viola executando grandes clássicos da música sertaneja de raiz.
Foi esse grande talento da música sertaneja desta cidade, que brindou o público presente na ação de cidadania, no último sábado, na Praça da Juventude (CEU – Centro de Artes e Esportes Unificados), no Bairro Natal, com um grande show de viola, executando e interpretando grandes sucessos da música sertaneja de raiz, como: Meu Reino Encantado, Tocando em Frente, Amargurado, Recordação, Franguinho na Panela, dentre outros.

 

Grupo AMB de Capoeira – reinicia oficina no Espaço Cultural Benedito Santana

A Fundação Cultural de Ituiutaba apoiando as expressões culturais desta cidade comunica aos interessados em praticar capoeira, que o Grupo de Capoeira AMB esta reiniciando suas aulas de capoeira no Espaço Cultural Benedito Santana, na oficina todas as quartas e sextas, das 19h30 às 21h30, sob o comando de Leonardo Prado da Silva Souza – TIGER.
As matrículas para a oficina estão abertas, a pessoas de todas as idades, de 03 a 80 anos de idade. Interessados devem fazer suas matrículas no Espaço Cultural Benedito Santana, na Rua 24, nº 1342, fone (034) 3261-4113 – centro, das 8h às 11h e das 13h às 21h, de segunda a sexta.
Capoeira – Raízes africanas

A história da capoeira começa no século XVI, na época em que o Brasil era colônia de Portugal. A mão-de-obra escrava africana foi muito utilizada no Brasil, principalmente nos engenhos (fazendas produtoras de açúcar) do nordeste brasileiro. Muitos destes escravos vinham da região de Angola, também colônia portuguesa. Os angolanos, na África, faziam muitas danças ao som de músicas.

No Brasil

Ao chegarem ao Brasil, os africanos perceberam a necessidade de desenvolver formas de proteção contra a violência e repressão dos colonizadores brasileiros. Eram constantemente alvos de práticas violentas e castigos dos senhores de engenho. Quando fugiam das fazendas, eram perseguidos pelos capitães-do-mato, que tinham uma maneira de captura muito violenta.

Os senhores de engenho proibiam os escravos de praticar qualquer tipo de luta. Logo, os escravos utilizaram o ritmo e os movimentos de suas danças africanas, adaptando a um tipo de luta. Surgia assim à capoeira, uma arte marcial disfarçada de dança. Foi um instrumento importante da resistência cultural e física dos escravos brasileiros.

Três estilos da capoeira

A capoeira possui três estilos que se diferenciam nos movimentos e no ritmo musical de acompanhamento. O estilo mais antigo, criado na época da escravidão, é a capoeira angola. As principais características deste estilo são: ritmo musical lento, golpes jogados mais baixos (próximos ao solo) e muita malícia. O estilo regional caracteriza-se pela mistura da malícia da capoeira angola com o jogo rápido de movimentos, ao som do berimbau. Os golpes são rápidos e secos, sendo que as acrobacias não são utilizadas. Já o terceiro tipo de capoeira é o contemporâneo, que une um pouco dos dois primeiros estilos. Este último estilo de capoeira é o mais praticado na atualidade.

– Em 26 de novembro de 2014, a UNESCO (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura), declarou a roda de capoeira como sendo um patrimônio imaterial da humanidade. De acordo com a organização, a capoeira representa a luta e resistência dos negros brasileiros contra a escravidão durante os períodos colonial e imperial de nossa história.

– É comemorado em 03 de agosto o Dia do Capoeirista no Brasil.